Atenção: antes de seguirmos adiante, a professora pede para que leiam sobre Processos e Seus Modelos.
Em um mundo cada vez mais conectado, a integração se torna um pilar fundamental para o sucesso de projetos de software. Imagine um time de músicos talentosos, cada um tocando sua parte com maestria, mas sem harmonia entre eles. O resultado seria uma cacofonia, não uma sinfonia. Da mesma forma, os diversos componentes de um software precisam ser integrados de forma eficaz para garantir um funcionamento coeso e eficiente.
Quando falamos nos fatores do nosso projeto, temos o fator da comunicação e no fator do equilíbrio das restrições conflitantes. Quando abordadas, temos a seguinte lista:
- O escopo – a introdução, a finalidade, o propósito de nosso projeto;
- A qualidade;
- O cronograma – o tempo estipulado para realizarmos cada processo;
- O orçamento – o custo operacional/financeiro de nosso projeto;
- Os recursos – humanos, tecnológicos, físicos e/ou digitais.
- As aquisições – os recursos comprados para a realização de nosso projeto;
- Os riscos – das incertezas que vamos encontrar nos nossos projetos, como mapeá-los e como solucioná-los.
- Por fim, temos a integração dos processos. É aonde conectamos cada processo para realizarmos o projeto final e que atenda/surpreenda os nossos stakeholders.
Resumindo o post sobre o Gerenciamento Na Prática, vemos que o projeto é o resultado da organização de tudo. Nela, o trabalho é a necessidade de um negócio.
O projeto, então, contém a descrição, o roteiro, os processos aonde o nosso produto/software deve atender e há a necessidade de pensarmos bem sobre o sucesso e o fracasso do nosso produto.



